sábado, 30 de abril de 2011

RIO: Bope apreende uma tonelada de maconha no Jacarezinho


retroescavadeiras para retirar barricadas do tráfico
Policiais do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) apreenderam mais de uma tonelada de maconha, na favela do Jacarezinho, zona norte do Rio, na tarde desta sexta-feira (29). Os policiais também encontraram nove pistolas e 15 carregadores. Um homem foi detido.
Cerca de 100 policiais da tropa de elite da PM estão na comunidade desde o início da manhã, com auxílio de dois veículos blindados, além de duas retroescavadeiras e um caminhão para a retirada de barricadas nas vias de acesso à favela.
Os PMs vasculharam o Jacarezinho durante toda a manhã, quando haviam encontrado seis tabletes de maconha e detido um homem que estava com R$ 1.074.
O trabalho da polícia continuou à tarde, com apoio da Companhia de Cães da PM. Em uma casa da favela, foram encontrados uma tonelada de maconha, nove pistolas e 15 carregadores.
Parte da maconha apreendida tinha inscrições que faziam referência ao Complexo da Penha, ocupado pela Força de Pacificação desde novembro do ano passado, indício de que a droga tenha sido levada por traficantes que pertencem à mesma facção criminosa.

GREVE VIGILANTES Paralisação chega ao fim e bancos voltam a abrir

Após 37 dias de greve, e muito tumulto nas portas das agências bancárias do estado, os vigilantes voltam ao trabalho na próxima segunda-feira (02/05).

O retorno ao trabalho da categoria em Campos, ficou decidido após uma assembléia realizada no final da tarde desta sexta-feira (29/04), no Sindicato dos Bancários.

De acordo com o Presidente do Sindicato dos Bancários Rafanele Alves, durante a assembléia diversos tópicos sobre a paralisação foram debatidos, até que a categoria resolveu colocar um ponto final na greve.

Na próxima segunda, todos os vigilantes estarão de volta aos seus postos de trabalho, e as agências bancárias funcionarão normalmente no atendimento ao cliente.

Rafanele ressaltou ainda, que os vigilantes poderão voltar com a greve na próxima quarta-feira (04/05), quando será julgado o caso do dissídio coletivo no Rio de Janeiro, às 13h.

"A situação somente ficará resolvida em definitivo após o julgamento do dissídio na quarta", ressaltou Rafanele.

Enquanto os vigilantes permaneceram paralisados, muitas filas se formaram em frente as agências bancárias de Campos, o que causou tumultos e indignação por parte dos clientes que queriam pagar contas, receber aposentadorias, salários ou pagamentos.

Os vigilantes reivindicam um reajuste salarial de 10% além da inflação e que o ticket de alimentação passe a valer R$ 15.