quinta-feira, 19 de maio de 2011

Estado do Rio registra 70 mortes por dengue em 2011

Rio tem quase 100 mil pessoas infectadas pelo Aedea Aegypti

Apenas nos primeiros cinco meses de 2011, o número de mortes por dengue no Rio de Janeiro registrou um aumento de 62% em relação a todo o ano de 2010. Até a última quarta-feira (18), a Secretaria Estadual de Saúde confirmou 70 mortes, contra 43 contabilizadas entre janeiro e dezembro do ano passado. 

Levando-se em conta a última semana, foram 4 mortes. A média de pessoas com suspeita da doença no Estado chega a 639 por dia, resultando em um total de 95.931 casos. 

As mortes foram registradas nos seguintes municípios: Nova Iguaçu (7), Duque de Caxias (5), Magé (2), Cabo Frio (1), São Gonçalo (8), Maricá (1), Mesquita (1), Rio de Janeiro (26), São João do Meriti (4), São José do Vale do Rio Preto (1), Bom Jesus de Itabapoana (1), Itaocara (2), Itaperuna (1), Rio das Ostras (2), Barra Mansa (1), Belford Roxo (2), Campos dos Goytacazes (2), Angra dos Reis (1), Queimados (1), Seropédica(1) e Barra Mansa (1). 


Atualmente, o Estado do Rio de Janeiro observa epidemia nos seguintes municípios: Bom Jesus de Itabapoana, Santo Antônio de Pádua, Cantagalo, Mangaratiba, Cordeiro, Guapimirim, Seropédica, Magé, Silva Jardim, Cabo Frio, Macuco, Iguaba Grande, Quissamã, Rio das Ostras, Angra dos Reis, Mesquita, Vassouras e Cambuci. 

A Subsecretaria de Vigilância em Saúde ressalta que continua sendo observada a redução no número de notificações nos seguintes municípios: Bom Jesus de Itabapoana, Seropédica, Magé, Santo Antônio de Pádua, Mangaratiba, Cantagalo, Quissamã, Mesquita e Guapimirim. 

Banco Central orienta comerciantes a não receberem Cédulas manchadas


A população e o comércio devem recusar o recebimento de notas de real marcadas por tinta de dispositivos antifurto de caixa eletrônicos. O esclarecimento é do Banco Central (BC).

Alguns caixas eletrônicos tem um dispositivo que mancha com tinta colorida as cédulas durante tentativa de furto (por meio de explosão).
“Como disposto no Artigo 10 da Lei 8.697/93, toda cédula que contiver marcas, rabiscos, símbolos, desenhos ou quaisquer caracteres a ela estranhos perderá o poder liberatório e o curso legal, valendo apenas para ser depositada ou trocada em estabelecimento bancário”, diz a nota do Banco Central.

O BC orienta que caso alguma cédula marcada seja recebida inadvertidamente, ela deve ser encaminhada a um estabelecimento bancário, que entregará um recibo ao cidadão. A cédula será, então, encaminhada ao BC para exame e destruição. Após o exame, o cidadão será ressarcido se a nota for legítima.
 

Em São Januário, Vasco fica no 1 x 1 com Avaí e leva decisão para Santa Catarina

Marquinhos e Felipe foram os maestros de Avaí e Vasco 

Um pênalti aos 46 minutos do segundo tempo salvou o Vasco de uma derrota terrível para o Avaí, nesta quarta-feira, em São Januário, no jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil. O empate por 1 a 1 não foi nem perto de um bom resultado para os cariocas, que terão de empatar a partir de 2 a 2, na semana que vem, em Florianópolis. Os catarinenses podem até empatar sem gols para avançar à decisão.
O resultado manteve uma invencibilidade vascaína, que agora chega a 16 jogos. Por outro lado, porém, o Vasco não vence há cinco jogos - todos empates contra Náutico, Flamengo e Atlético Paranaense (este por duas vezes). "Nossa equipe sufocou, buscou, mas a equipe deles é experiente e soube nos conter. As coisas estavam muito complicadas, mas melhoraram muito com esse gol" comemorou Diego Souza, que converteu o pênalti nos acréscimos.
Bastaram dois minutos para que os donos da casa mostrassem que iriam para cima com tudo. Eder Luís avançou pela direita, rolou para Alecsandro na marca do pênalti, que ajeitou para a finalização de Diego Souza. Marcinho Guerreiro, que falhara na marcação de Eder Luís, se recuperou e salvou de cabeça em cima da linha.
Aos 10 minutos, Felipe arriscou de longa distância e parou em Renan, que espalmou a escanteio. O Avaí respondeu cinco minutos depois, quando Julinho gingou para cima de Allan e chutou forte, sobre o gol vascaíno defendido por Fernando Prass.
O Vasco tinha mais presença ofensiva, buscava o gol, mas pecava no último passe ou nos cruzamentos, que não eram precisos. Os catarinenses, por sua vez, forçavam o jogo em cima de Allan, o volante improvisado de lateral-direito que tomou a posição de titular de Fagner, um lateral de ofício.
Ricardo Gomes não consertou o erro e pagaria por isso. Antes, porém, o Vasco voltou para o segundo tempo a pressionar o adversário e Felipe conduzia bem o time, com passes acurados. Mas os companheiros pecavam nas finalizações. Aos 35 minutos, o castigo pelo lado vulnerável da defesa cruzmaltina. Depois de Ramon errar um passe no meio, o Avaí construiu a jogada, que chegou a Julinho. Mais uma vez ele deixou Allan no chão e chutou no cantinho esquerdo de Fernando Prass.
Quatro minutos depois, lance polêmico na área dos visitantes. Felipe lançou Ramon, que dividiu com o goleiro Renan. O árbitro paulista Wilson Luiz Seneme mandou seguir. Talvez arrependido, ele apitou falta capital de Gustavo Bastos em Elton em jogada morta, aos 46. Diego Souza cobrou com força e empatou.
Ficha Técnica:
Vasco 1 x 1 Avaí
Vasco - Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins (Douglas) e Ramon; Jumar, Fellipe Bastos, Felipe e Diego Souza; Eder Luís (Bernardo) e Alecsandro (Elton). Técnico: Ricardo Gomes.
Avaí - Renan; Bruno Silva, Revson e Gustavo Bastos; Felipe (Robinho), Marcinho Guerreiro, Acleisson, Marquinhos (Gustavo) e Julinho; Marquinhos Gabriel e William (Maurício Alves). Técnico: Silas.
Gols - Julinho, aos 35, e Diego Souza (pênalti), aos 48 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos - Gustavo Bastos e William (Avaí).
Árbitro - Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP).
Renda - R$ 501.960,00.
Público - 15.823 pagantes.
Local - Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro (RJ).