quarta-feira, 18 de maio de 2011

Carros da Ampla atuam no Estado do Rio de Janeiro, mas são emplacados no Paraná

Fonte e Fotos: Revista Somos Assim
Cabral caça cidadãos campistas que fogem do IPVA mais caro do País, mas faz vista grossa para grandes empresas e concessionárias
Nos últimos dias, a Polícia Civil e o Detran-RJ realizaram um verdadeira caçada aos cidadãos campistas que emplacaram veículos em outros estados para fugir do IPVA mais caro do país, cobrado no Estado do Rio de Janeiro. Durante as operações centenas de motoristas foram abordados por policiais cariocas portando armas de grosso calibre, como metralhadoras, e foram apreendidos dezenas de veículos, nas blitzens realizadas nas Avenidas 28 de Março e Arthur Bernardes e na ponte da Lapa.

O governo estadual afirmou que o principal motivo da apreensão de veículos emplacados fora do Rio é o fato de que o IPVA pago em outro estado (como no Espírito Santo, onde o valor do imposto é a metade do cobrado no Rio) não é investido nas ruas e estradas fluminenses utilizadas pelos motoristas locais. Mas a percepção do cidadão e de estar sofrendo uma espécie de perseguição, pois se a lei é igual para todos, por que carros a serviço do próprio Detran e de grandes concessionárias, como a Ampla, gastam o asfalto do Estado do Rio em suas atividades, aliás muito bem pagas pelos cidadãos e consumidores fluminenses, e suas frotas são emplacadas fora do nosso estado, principalmente no Paraná, onde o IPVA é mais barato?

A ideia de que são "todos iguais" perante a legislação parece sofrer restrições no Estado do Rio, e o que se observa é que "uns são mais iguais que os outros". Como já dissemos, o próprio Detran-RJ, como também já noticiado pela Somos, gasta o asfalto do Rio, mas o imposto sobre seus veículos, contratados a peso de ouro em licitações pouco recomendadas, vai para o estado do Paraná, onde o IPVA é 1%. E não são poucos os carros "oficiais" emplacados fora do território fluminense.

Os cidadãos questionam a legalidade de serem perseguidos para cumpram uma regra que os órgãos que a cobram são os primeiros a não segui-las? É, no mínimo, uma incoerência. Se a lei é válida, deve ser válida para todos, sem exceção. Vários carros de Campos emplacados fora do estado foram apreendidos e rebocados para a empresa Pátio Norte, onde deveriam ser retirados pelos proprietários, após regularização e pagamento das latas taxas de reboque e "hospedagem". Mas fica uma pergunta no ar, que bem poderia ser feita pelo Mnistperio Público: Quantos carros a serviço da Ampla ou do próprio Detran-RJ estão ou foram apreendidos na Pátio Norte? Essa empresa, aliás, é quem mais lucra com isso, pois tem a sua disposição a Polícia Civil, a Guarda Municipal e o Detran para "fornecer" os seus compulsórios clientes que nem opção de escolha tem para fugir ao seu monopólio, pagando altas taxas para ter seu veículo armazenado em terrenos enlameados sob chuva ou sol inclemente.
Fonte e Fotos: Revista Somos Assim
Ampla tem sede em Niterói e frota emplacada no Paraná
A Ampla, por exemplo, é uma empresa com sede em Niterói, mas a frota de veículos a serviço da concessionária apresenta placas do nosso estado. Esses veículos, inclusive, podem ser vistos circulando intensamente nas ruas e estradas fluminenses, todos os dias, o dia inteiro, percorrendo trajetos mais longos que os percorridos pelo cidadão comum. A maioria dos proprietários de carros não circula o tempo todo, todos os dias da semana, pelas ruas fluminenses, mas são os que devem pagar 4% de IPVA, pois este é o valor estabelecido. Ironicamente, o cidadão paga mais que as terceirizadas do governo do estado e concessionárias por um serviço que usa menos que elas.

Além disso, os carros a serviço da Ampla não são de propriedade da concessionária; são terceirizados, alugados de empresas de outros estados que não o Rio. Isso gera, no mínimo, uma concorrência desleal. Como o valor do IPVA de outros estados, como o Paraná (1%), é menor que o valor cobrado no Rio, obviamente as locadoras de carros destes estados são privilegiadas em licitações e disputas comerciais com as empresas fluminenses por poderem oferecer menores preços de aluguel de veículos que as locadoras do Rio, que pagam 4% de IPVA. Com o agravante de que capital de giro que seria, então, para o território fluminense vai para outras regiões do país, enfraquecendo a economia do nosso estado.

O desrespeito ao cidadão comum é mais amplo do que parece. A prática de algumas empresas, como a Ampla, que obviamente obtém maiores lucros terceirizando a frota com empresas que pagam bem menos de IPVA, e, por outro lado cobrando pesadas contas de energia elétrica ao contribuinte, é extremamente danosa ao Estado do Rio, já que o cidadão fluminense proporciona gigantescos lucros a uma empresa que os utiliza fora daqui, aplicando-o em outros estados. Mas, na ótica do governo do estado, um cidadão fluminense que emplacar seu carro fora do Rio ganha status de criminoso, sujeito a processos, perigosas abordagens policiais e até ameaça de prisão.

Contradição
A Ampla, a mesma empresa que terceiriza sua frota com carros de serviço emplacados fora do território fluminense sem fazer o menor esforço para seguir as regras que retiraram dezenas de veículos das ruas de Campos, na última semana, não mede esforços para aumentar o valor do serviço prestado à população, sempre precário, causando enormes prejuízos e acarretando centenas de reclamações, poucas chegando ao ressarcimento dos prejuízos ao consumidor. Mas, estranhamente, nada disso, recebe a mesma atenção do estado que não movimenta a Polícia Civil em defesa da comunidade.

Na última segunda-feira, dia 9 de maio, por exemplo, cerca de 30 famílias do loteamento Tapera I, do Programa "Morar Feliz", estiveram no Serviço de Proteção e Defesa do Consumidor, o Procon, para reclamar dos valores das contas de energia elétrica, considerados abusivos pelos moradores. Como se vê, a atuação da Ampla em Campos não se resume apenas às falhas de fornecimento e manutenção de energia elétrica, constatadas há tempos na cidade, mas também ao não cumprimento das normas de emplacamento exigidas pelo estado ao cidadão comum.

No site de relacionamentos Orkut há várias comunidades que reúnem pessoas insatisfeitas com o serviço prestado pela concessionária, como, entre outras, a intitulada "Eu odeio a Ampla de Campos", a "Fora Ampla!" e a comunidade "Um dia ainda processo a Ampla". Os comerciantes campistas também estão amargando com sistemáticas falhas e piques de energia que queimam equipamentos e não condizem om as enormes contas pelos péssimos serviços prestados.

Os segmentos de comércio e indústria de Campos avaliaram os impactos do aumento da tarifa da concessionária, autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica, e que corresponde a um reajuste médio anual de 10,91%, atingindo mais de dois milhões de unidades consumidoras, em 66 municípios do Estado do Rio. O aumento no valor da energia fornecida pela Ampla está em vigor desde março deste ano, mas a precariedade do serviço é antiga.

Diante da enxurrada de reclamações, a Ampla diz que está investindo na melhoria da qualidade do fornecimento de energia na região e que, desde o ano passado, vem reforçando esses investimentos. De acordo com a concessionária, de fevereiro a dezembro de 2010, foram investidos R$ 9,5 milhões no Norte Fluminense, mas, contraditoriamente, as reclamações na secretaria de Defesa do Consumidor não diminuíram, principalmente por piques e oscilações energéticas. Semáforos de Campos também tiveram problemas por conta de distribuição de energia e causaram transtornos. No ano passado, em dois meses, foram registrados oito casos diários de semáforos com problemas devido a panes totais ou parciais dos equipamentos de trânsito que, a Ampla não colabora nem um pouquinho com o IPVA da sua frota para pagar.

CABO FRIO: Aumento dos roubos faz população investir em segurança


Preocupados com o aumento dos casos de roubos e furtos, empresários e moradores de Cabo Frio, na região dos Lagos, estão investindo em equipamentos de segurança. Segundo dados do ISP (Instituto de Segurança Pública) em março de 2011 foram registrados na delegacia da cidade (126ª DP) 20 roubos a mais que no mesmo período do ano passado e 67 furtos além dos 167 ocorridos em 2010.
Uma empresa de ônibus do município investiu R$ 1 milhão em câmeras e circuitos de TV. O equipamento foi instalado nos veículos e agentes da empresa monitora o movimento de passageiros nos coletivos. Cada carro tem duas câmeras, que transmitem as imagens para uma central. Em quatro anos houve uma redução de 70% no número de assaltos na frota da empresa.
No shopping do centro da cidade a situação é a mesma, foram investidos R$ 12 mil para instalação de 64 câmeras que acompanham o movimento nos corredores. Depois da instalação dos equipamentos foi possível evitar os assaltos nas lojas. Com as câmeras os seguranças conseguem identificar pessoas em atitudes suspeitas e chamar a polícia em tempo de evitar o crime.
Nas casas do município a situação não é diferente. Muitos donos estão investindo em cercas elétricas, câmeras e sensores de movimento.
Em março de 2010 foram 64 registros de roubo e 167 de furto em Cabo Frio. Em 2011 os inspetores da delegacia da cidade atenderam 84 casos de roubo e 234 de furto.

RIO: Roubos a pedestres se concentram em regiões das maiores cracolândias



A dependência do crack leva seus usuários ao crime como forma de sustentar o vício. Um dos reflexos da expansão do consumo da droga na capital do Rio de Janeiro é a concentração de roubos a pedestres em regiões de cracolândias.

Grande parte dos dependentes recolhidos nos últimos meses das ruas do Rio estavam nas duas principais cracolândias da capital - na favela do Jacarezinho e no morro do Cajueiro, em Madureira, ambas na zona norte. Essas áreas, patrulhadas pelos batalhões do Méier (3º BPM) e de Irajá (41º BPM), respectivamente, estão entre as que registraram mais roubos a pedestres, segundo dados de fevereiro do ISP (Instituto de Segurança Pública), os mais recentes divulgados.
Em toda a capital fluminense, foram registrados 2.611 casos de roubo a pedestre. Na área do 41º BPM, que também abriga o Batalhão de Rocha Miranda (9º BPM), foram 498 casos. Já na área do 3º BPM foram 316 roubos a pedestres em fevereiro deste ano.
O comandante do 41º BPM, tenente-coronel Alexandre Fontenele, admite que os viciados em crack são responsáveis por parte dos crimes cometidos na região.
- São crimes cometidos principalmente na avenida Edgar Romero, porque tem uma grande circulação de pessoas e um comércio forte. Percebemos que, assim que fazemos as operações de recolhimento, os roubos a pedestres, roubo de celular e pequenos furtos caem vertiginosamente.
O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, diz que o trabalho da polícia em relação aos usuários de crack se limita à retirada dessas pessoas das ruas.
- A partir daí, quando essas pessoas são entregues para outros órgãos, o trabalho da polícia acaba e a responsabilidade de receber e tratar essas pessoas é de outros órgãos. Se isso não for feito, a polícia, que poderia estar em outros lugares, vai voltar várias vezes aos mesmos lugares para recolher essas pessoas, muitas doentes e menores de idade.
De acordo com policiais civis que investigam o tráfico de drogas, toda a pasta-base de cocaína que é transformada em crack vem da Bolívia. As principais rotas para chegar ao Rio são Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Carro capota na BR-101 e deixa motorista ferido

Um acidente na manhã desta quarta-feira (18) deixou um motorista ferido, na Rodovia BR-101, trecho Campos/Rio de Janeiro. De acordo com a Polícia, Luiz Henrique de Souza Gomes, 31 anos, dirigia o Vectra, cor cinza, placa MTH-4595, e ao passar na altura do km 82, em Ibitioca, por volta das 7h, perdeu o controle do veículo, saiu da pista e capotou. 

A vítima foi socorrida pelo resgate da Autopista Fluminense (concessionária que administra a BR-101 da Ponte Rio-Niterói à divisa com o Estado do Espírito Santo), sendo levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM), onde foi medicada e liberada.

Copa do Brasil: Favorito, Vasco joga em São Januário diante do Avaí

O estádio de São Januário será o palco logo mais, às 21h50m, da primeira partida semi-final entre Vasco e Avaí, pela Copa do Brasil. Apesar de um certo favoritismo e de uma maior tradição, o time de São Januário está ressabiado, pois o adversário de hoje já deixou para trás equipes do porte de São Paulo e Botafogo.
Com a esperança e o apoio de mais de 20 mil vascaínos que lotarão as dependências cruzmaltinas, o meia Felipe prega respeito ao time catarinense. "Quando a bola rolar serão onze contra onze. O Avaí merece chegar onde chegou. O time eliminou grande concorrentes. Por isso temos de nos impor em campo. Tradição e camisa já não ganham jogo há muito tempo - afirmou o craque vascaíno.
Sem poder contar com Romulo, que está machucado e Eduardo Costa, suspenso, Jumar é a opção de Ricardo Gomes para ser o primeiro volante.
O time carioca deverá jogar com: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Marcio Careca); Jumar, Fellipe Bastos, Felipe e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro.
No Avaí, as entradas de Felipe, na lateral-esquerda, e do volante Acleirson são consideradas certas.
A equipe catarinense deve entrar em campo com: Renan; Gustavo Bastos, Bruno e Revson; Felipe, Acleisson, Marcinho Guerreiro, Marquinhos Santos e Julinho; Marquinhos Gabriel e William.

Polêmica cobertura do Maracanã tem imagem divulgada


Inicialmente, a reforma do Maracanã estava orçada em R$ 705 milhões. Porém, a necessidade de substituir a atual cobertura por uma moderna fez a estimativa passar a ser de quase R$ 1 bilhão. Nesta terça-feira (17), o layout da polêmica estrutura foi apresentado.


A imagem de como ficará o estádio após as obras foi exibida no site da secretaria de Obras do Rio de Janeiro. Será uma estrutura em lona tensionada e que vai proteger todos os torcedores. A cobertura tem durabilidade prevista de 50 anos , com garantia de 15, conforme explicou o presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop), Ícaro Moreno.

- A nova cobertura, que teve toda a sua estrutura aprovada, terá condições de luz mais uniformes, borda externa mais baixa e flexibilidade plena para instalação de equipamentos. Serão seis semanas para levantar a nova cobertura. Na demolição, podemos ver o quanto a marquise atual está degradada. Todas as premissas devem ser entregues até o dia 15 de junho.
Nesta terça-feira, as autoridades cariocas estiveram em Brasília para apresentar, ao Tribunal de Contas da União (TCU), dados da reforma do Maracanã. No começo de 2011, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) bloqueou os empréstimos até que todo o planejamento da obra fosse apresentado de forma detalhada.
As autoridades do Rio de Janeiro mantiveram o discurso de que o Maracanã, pronto, estará entregue até dezembro de 2012. O prazo é exigência da Fifa para que o estádio possa ser um dos palcos da Copa das Confederações em 2013.
Há duas semanas, o governo do Estado havia revelado que a capacidade do Maracanã, prevista para 76 mil torcedores após a reforma, passará a ser de 80 mil torcedores.
Já na semana passada, o número de operários trabalhando nas obras aumentou de 720 para 800, em dois turnos. As fundações para as novas rampas e arquibancadas começaram a ser construídas.

Exército e Aeronáutica com inscrições abertas

O Exército e a Aeronáutica abriram seleções, que juntas, somam 640 vagas. Na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) são 520 oportunidades. Já os cursos de formação de oficiais aviadores, intendentes e de infantaria da Aeronáutica têm, ao todo, 120 vagas.

Para participar do concurso o candidato deve ser do sexo masculino, estar cursando ou ter cursado o 3º ano do ensino médio, ter entre 17 e 22 anos e, no mínimo, 1,60 m de altura. Ainda é preciso estar em dia com as obrigações militares, ser solteiro e não ter filhos. As inscrições seguem até 22 de junho no endereço www.espcex.ensino.eb.br. A taxa de inscrição é de R$ 75.

As provas aplicadas nos dias 17 e 18 de setembro, terão questões de Matemática, Português e Redação. As provas de Física, Química, Geografia, História e Inglês serão aplicadas nos dias 24 e 25 de setembro. O curso dura um ano, em regime de internato. A Escola Preparatória de Cadetes do Exército fica em Campinas (SP).

AERONAÚTICA: Já para disputar uma das 120 vagas da Aeronáutica o candidato deve ter o ensino médio completo. As inscrições podem ser feitas até as 15h de 9 de junho, nos sites www.epcar.aer.mil.br ou www.fab.mil.br.

A taxa de participação é de R$ 70. O curso tem duração de quatro anos e é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) como curso superior. Ele será realizado em regime de internato na Academia da Força Aérea, em Pirassununga (SP).

O processo de seleção será composto por provas de Língua Portuguesa, Física, Matemática e Língua Inglesa, inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica e teste de avaliação do condicionamento físico.