terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Risco de transbordamento do rio em SJB na madrugada desta quarta

(Foto: Ururau)
As fortes chuvas que caem na região estão preocupando a Defesa Civil. Em São João da Barra, a elevação do nível do Paraíba do Sul está deixando o órgão em alerta. 
O rio Paraíba está sendo monitorado a cada duas horas e nesta terça está subindo cinco centímetros a cada hora. A equipe da Defesa Civil acredita que até o início da madrugada desta quarta-feira (04/01), haja transbordamento na região da estrada do Poço São João, mas não acredita que vá haver transtornos graves.

“Pelas previsões, o rio deve subir 80 cm até o início da madrugada e nesse nível há o transbordo na estrada do Poço, mas ainda não há motivos para preocupação da população porque nenhuma residência deve ser atingida, deve haver apenas alagamento na região ribeirinha”, explicou Felício Valiengo, coordenador da Defesa Civil de SJB.
A chuva que cai na cidade são-joanense não é a grande preocupação da Defesa Civil. O aumento rápido do nível do Paraíba está acontecendo devido às chuvas que atingem as cidades de Minas Gerais aumentando o nível dos rios Pomba, Muriaé e Paraibuna. 
A previsão meteorológica é de que haja chuva ainda nos próximos 3 ou 4 dias.

CAMPOS: Rio Paraíba chega a 9,47m e provoca estado de alerta

(Foto: Campos 24 Horas)
O Rio Paraíba subiu 1,5 metro nas últimas horas em Campos e surpreendeu a Defesa Civil Municipal, que não esperava que a cidade fosse afetada pelo menos até amanhã(quarta-feira). A medição feita às 8 horas desta terça-feira(3) foi de 9,47m e colocou todas as secretarias municipais em estado de atenção.


O subsecretário municipal de Defesa Civil, Edison Pessanha, falou nesta manhã que moradores da Ilha da Cunha foram alertados no início da manhã sobre a necessidade de uma remoção.


“Estamos recebendo muita água através dos rios Pomba, Carangola e Muriaé. Esperávamos um volume menor”, disse.

Edison Pessanha afirmou que as águas de Minas e Rio chegaram com maior rapidez a Campos por  já existirem áreas saturadas. “Inicialmente, a única comunidade que nos preocupa é  da Ilha do Cunha, já que 90% dos moradores de outras áreas de risco da cidade já estão em casas do Conjunto Morar Feliz”.