O Vasco está a 180 minutos de fazer história. Um dos clubes mais respeitados no cenário nacional, quatro vezes campeão brasileiro dono de uma Libertadores, o clube persegue há duas décadas um título inédito: a Copa do Brasil. A chance de decorar sua rica sala de troféus com o cobiçado torneio começa nesta quarta-feira. Às 21h50, a bola rola em São Januário para o primeiro jogo da final, contra o Coritiba, que também persegue a taça que vale vaga na Libertadores.
Esta é a segunda vez que o Vasco decide a competição. A primeira foi em 2006. Parou no rival do Flamengo com duas derrotas. Este ano, no entanto, o otimismo é exagerado. Invicto no torneio, o time também não perde há 18 partidas. Pela ordem, eliminou Comercial-MS, ABC, Náutico, Atlético-PR e Avaí. Mas terá pela frente um adversário que vem de um título regional e que até duas semanas conseguiu uma incrível invencibilidade de 29 jogos.
No apito, o polêmico Paulo César de Oliveira. Recentemente, o árbitro foi pivô da tumultuada semifinal do Campeonato Paulista entre Palmeiras e Corinthians. Mas, das 24 partidas que atuou em jogos do Vasco, o time de São Januário venceu 12, empatou oito e perdeu quatro. Como o clube adora postura de não vetar juízes, a arbitragem não é um aspecto preocupante.
Vasco: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Eduardo Cosdta, Rômulo, Felipe e Bernardo; Diego Siuza e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes.
Coritiba: Edson Bastos; Jonas, Emerson, Demerson e Lucas Mendes; Willian (Marcos Paulo ou Djair), Léo Gago, Rafinha e Davi; Anderson Aquino e Bill. Técnico: Marcelo Oliveira.
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP).
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP).

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