domingo, 14 de agosto de 2011

Polícia segue investigando morte de juíza; 18 testemunhas já foram ouvidas


 (Foto: álbum de família)
A Polícia Civil ouviu até agora 18 depoimentos de pessoas que testemunharam o assassinato da juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. O crime ocorreu diante da casa da juíza, em Niterói (RJ).  Os trabalhos de investigação estão sendo acompanhados de perto pela chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha.

Apesar de a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro ter comunicado ontem (12), em nota, que as investigações sobre o assassinato da juíza estão a cargo exclusivo da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, a Superintendência Regional da Polícia Federal voltou a se colocar à disposição do governo fluminense para prestar apoio à elucidação do caso, caso seja necessário.

Segundo informou  o delegado titular da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, responsável pela investigação do crime, 21 tiros atingiram o corpo da magistrada, a maioria na cabeça. O delegado disse que o carro da juíza foi atingido por balas de pistola calibre 40, usadas pelas polícias Civil e Militar, e de calibre 45, de uso exclusivo das Forças Armadas.

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